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Mini, temos mais blogues, podes fazer queixas na boa...e no tribunal

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Se eu podia viver sem o Mini?Poder podia,mas não era a mesma coisa...





Eis mister Helder Nunes, como só ele gosta, a levar na corneta por ter andado a vestir cintos que não eram para a idade dele.

Apesar da dor aparente, nada é mais prazentoso para este pequeno Sensei, que ter um dedo enfiado em cada olho,e outros orifícios como se vê na foto.

Vários especialistas na mitomania nunesiana, afirmam que assistiremos no futuro, a um Sensei mais espiritual, com menos fome de tatami (será possível?) e mais sede de desenvolvimento interior.
Caro leitor não perca nos próximos dias, as novas acerca desta nova encruzilhada do Sensei, do desenvolvimento do seu 3º olho e das suas viagens e ascenções astrais, da sua levitação assistida e outras actividades paraanormais.

Qual Lobsang Rampa, temos em Portugal o Hélder Tanga!


Sensei Hélder abandonou por completo os prazeres carnais, a carne já não lhe dá prazer (a sua veia de falsário, fê-lo chegar a falsificar até os orgasmos) anos e anos de prática no mundo das artes marciais, levaram-no a uma encruzilhada no deserto da sem esperança.

Qualquer outro mortal sucumbiria, mas não este Sensei, que viajou até ao Tibete(por acaso falsificou o bilhete de avião, foi só até à serra da Gardunha) onde passou 7 longos anos de meditação, bebendo apenas água pura e geada matinal(por acaso terá sido palheto e couratos e foram só dois estágios da treta com o Gugel).

Quando desceu da montanha vinha um iluminado, um redentor.

A nossa redacção foi a primeira a vislumbrar os seus novos ensinamentos, e temos um exclusivo que iremos divulgar, portanto não saia do seu lugar, porque nós também não!



quarta-feira, 14 de abril de 2010

Exegese pós moderna

Para que não se diga que este blog de homenagem ao grande mestre marcial Exmo. Senhor Helder Nunes 'Mini', não tem nível e não presta um serviço público cultural, resolvemos analisar na edição de hoje um dos famosos e sábios adágios deste mestre do Tao e do Zen, além de várias artes marciais.

Convencido calmamente da certeza desta afirmação, uma das mais repetidas,:

«Dor de corno é foda.»

O génio da afirmação, não é apreendido à primeira leitura, e num sentido superficial.

Vejamos:
Dor de corno, é a dor do invejoso, que obviamente é cornudo.Leia-se, proprietário de apêndices cranianos, ósseos ou cartilaginosos.
Cornudo e invejoso, portanto, o detractor sente na sua inveja uma dor de corno, por:
1)não ser como o iluminado mestre Mini?
2)inveja por não ser tão esperto?
3)inveja por não ser tão competente?
4)inveja por não ser tão querido?
A dor de corno semanticamente, usada de forma poética pelo Mini, identifica-se com a dor de cotovelo, a dor da competição.
Assim, o invejoso cornudo é alguém que não consegue competir com o ser superior, Mini.
E carregando em si o ressentimento, de algo que não atingiu, mas vendo concretizado noutro.

Daqui se deduz, que a verdadeira dor de corno, é uma dor interna, solipcista, do eu para o si, na medida em que o paciente desta dor, sente no próprio corno, a consequência do sucesso de outrém, perguntamos, poderá ser consequência de um esgrimir de apêndices cranianos ou cartilaginosos?

A segunda parte é mais profunda e deixa-nos também perplexidades.
Será a dor de corno um acto sexual?
Que quererá mestre Mini dizer com este verso tão enigmático?

A inveja que o outro tem de mim é fodida, será a tradução vulgar.

Mas, estudiosos do fenómeno Hélder Nunes sabem que nada é simples com este pequeno grande mestre.

Dor de corno é foda, é uma transcrição pós-moderna, que mostra claramente uma instância em que para o mestre mini, foder é como ter uma dor nos cornos, ou seja é um acto desagradável, feito em mal estar.
Tal analogia é correcta na medida em que uma foda é uma dor de cornos, e vice versa.
O acto sexual do Mini consequentemente serão os seus apêndices...com dor.
Tendo o seu orgão sexual nos mesmos, de acordo com as suas próprias palavras.

Traduzindo para o vulgo, para o Mestre Mini, o acto sexual é uma dor de cornos, o que equivale a dizer para o homem comum, uma dor de testículos.


Assim sendo, claramente se verifica que o Mestre Nunes, é um dos expoentes máximos do tête a tête mundial, e que essa partilha craniana tão próxima com os seus selectos semelhantes, é o seu acto criador, ou seja o corno por andar com os cornos metidos com outros cornudos transformou-se no corno que é hoje.

Mas se dói o corno, é do uso, ou da fragilidade do mesmo?
Pensamos que seja da fragilidade do mesmo, pois apesar da frequência assídua dos outros cornudos, Sensei, não foi feito para a dor, que lhe acontece, que prova uma coisa...que até no acto de ser cornudo, o Mestre Hélder, não é um cornudo natural, verdadeiro.

Quo vadis, Mini, tu falsificaste os cornos?

Regresso do(s) presidiário(s)

Caros seguidores, leitores e (esperamos) praticantes marciais, voltamos da pena que tivemos de pagar à sociedade, pela falha imperdoável de ...