Logo

Logo
Mini, temos mais blogues, podes fazer queixas na boa...e no tribunal

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Quiz PATO #02


Cá está a pergunta da semana do Quiz PATO, o pato que gosta de fazer perguntas sobre o Hélder Nunes.

Teste os seus conhecimentos e habilite-se a ganhar um vale no valor de um Curso d Defesa Pessoal, dado pelo próprio Hélder Nunes (valor do curso 0€ em contado)


P: Como o Hélder Nunes obteve o seu 4º Dan?

1) Método tradicional da falsificação

2) Durante um estágio onde estiveram presentes os mestres Juan Gomez (que já antes lhe tinha dado um 2º Dan) e Brian Cheek, o pequeno HN serviu de Uke de B. Cheek. Conhecido pela sua “brutidão” a demonstrar as técnicas, o pequenino HN deve ter temido pela vida, mas no final do estágio estava reservada uma surpresa. O 4º Dan em agradecimento pela “capacidade de encaixe” como o próprio lhe chama, mas sobretudo, uma palmada nas costas ao fiel (julgava ele) súbdito da sua organização em terras Lusas.

3) Ganhou numa caixa de “Corn Flakes”

4) Nenhuma das respostas está errada.

Boa Sorte!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Houyou Jutsu - A Arte do Abraço

Costuma dizer-se que um abraço vence fronteiras. É também um gesto de genuína amizade. Para o sensei é uma forma de praticar um pouco da sua arte. Chamemos-lhe a Arte do Abraço. Digamos que se o Kyoo Soku Seishin Ryu (Actual estilo do Sensei, Estilo do Espírito rápido e potente) é uma escola que incorpora as duas facetas do seu criador, por vezes duras e dinâmico, e outros manso e pacífico, a Arte do Abraço insere-se sem dúvidas na 2ª categoria.

Não somos conhecedores da Arte do Abraço pois esta não se transmite pela via normal do ensino, mas antes surge de uma habilidade intrínseca ao próprio praticante. Sendo assim apenas a observamos e analisamos.

Passemos aos exemplos. Como conseguir uma graduação Dan, em 3 tempos recorrendo ao abraço?

Simples.

1º - Fazer umas técnicas e enganar uns tantos ingénuos (os Irlandeses são óptimos para enganar)


2º - Fazer uma troca de diplomas ao estilo "toma-lá, dá-cá" em que eu próprio me auto intitulo como entidade governadora do Ju Jutsu em Portugal

3º - Um forte abraço de agradecimento. Não esquecer de esfregar bem as costas que é pró próximo Dan não demorar muito tempo


Simples não é? Começem já a praticar.

As minhas memórias, por Hélder Nunes

Soubemos de antemão que já está quase pronta a autobiografia do Sensei Heldér Nunes. Todos sabemos que é um desejo acalentado à muitos anos pelo Sensei escrever uma autobiografia onde perpetuará as suas memórias para as gerações vindouras satisfazendo assim a sua mágoa de não ter ninguém que possa continuar a desenvolver o jujutsu em Portugal após a sua morte*.

Soubemos ainda que estão bem encaminhadas as negociações com a cadeira de supermercados LIDL, para que o panfleto possa ser distribuído como brinde nas caixas de “corn flakes”.

Ficamos a aguardar com expectativa.

*É estranho alguém tão novo já estar a pensar na morte, mas garantimos ao leitor que se algo acontecer ao Sensei nós não tivemos nada a ver com o caso. Provavelmente suicidou-se com vergonha.


Foto 1: Até de olhos fechados meninos. Não é pra todos!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ética no Jujutsu e nas artes marciais, além das palavras.

Temos sido questionados neste blog acerca das nossas intenções e do modo como as manifestamos.

Nada me desgosta mais a mim, estudante da via marcial, do que ter de apontar o dedo relativamente a coisas menos dignificantes, num outro praticante marcial, e o meu pudor só mo permite porque ao longo do caminho tenho verificado que em Portugal, a desonestidade compensa.

Compensa ser-se mesquinho, desrespeitador e usar os outros como meios e não como fim. Explicará um psicólogo que é por algo semelhante a um complexo de inferioridade que certas pessoas agem assim. Digo eu que o que está aqui em jogo não são pessoas, são instituições e a sua legitimidade. Não me interessa nem nunca foquei o Helder Nunes enquanto ser humano, emquanto cidadão, enquanto pessoa, nem nunca o vou fazer, nem a ele nem a ninguém. O que é aqui focado é o Sensei Helder Nunes, o miúdo que com pouco mais de trinta anos de idade, se vai munindo de graduações marciais impossíveis na sua idade.

Não são as graduações que importam. É o título de quem delas se vale.

Não me incomoda minimamente que fulano ou sicrano tenha x,y, z Dan.

As acções ficam com quem as pratica.

Incomoda-me verificar que eu e outros que queremos aumentar, dinamizar, revelar os praticantes e potenciais praticantes, divulgando assim as artes, termos de nos confrontar continuamente com o descrédito e desconfiança, por parte de quem toma o todo pela parte, e se um é incorrecto e ensinou a banha da cobra, então são todos iguais.

Conheço várias pessoas que se retiraram das artes marciais por causa disto e outras que pouco tempo praticam por verem que o seu esforço é suplantado pela desonestidade. A graduação é o que menos interessa, mas o que mais existe em Portugal é marketing e pompa.

Além da arte que pratico, vejo graduações inflaccionadas, vejo artes mal interpretadas serem chamadas de novos sistemas e novas artes, tudo para favorecer e fazer brilhar o indivíduo em detrimento do corpo de praticantes marciais.

Uma pessoa com trinta anos de idade não tem uma compreensão da arte suficiente para fundar um estilo que a distinga do corpo seminal de onde partiu. É assim na ciência, só é ciência o corpo de saber que se distingue claramente do corpo de saber de onde surgiu, foi assim com a genética e a Biologia, a Astrofísica da Física, etecetera.

Temos em Portugal estilos novos (Ryu) que nada têm de novo a não ser uma completa descaracterização da arte de onde surgiram. Descaracterização não significa o mesmo que evolução, e é só quando existe uma evolução, que se justifica o surgir de um ramo novo de saber. No entanto, e ao contrário do conhecimento científico, o novo ramo que surge, com novos métodos, novas abordagens e teorias, especializações, não é uma superação do corpo 'antigo', é mais uma nova forma de interpretar. Na Física, o aparecimento da Física de Einstein, veio trazer outro paradigma à Física, suplantando a Física de Newton.

Caso diferente é a ArteMarcial. Não existem superações, existem novas formas de interpretar, que dão maior ênfase a determinados aspectos em detrimento de outros.

No entanto, não é correcto corromper o corpo original e chamar-lhe evolução, que é por exemplo o que é feito em Portugal, com Sakura Ryu, e Farangs, etc. que não passa de um reaquecer da mesma sopa, seja ela o que estiver na moda como desporto ou defesa pessoal.

O Aikido surgiu porque Ueshiba interpretou o Jujutsu de determinada maneira, e perseguiu o aperfeiçoamento desse seu paradigma. O Judo não é uma superação do Jujutsu, é uma interpretação, genial, mas que obedece a determinados pressupostos educativos de Jigoro Kano.

Neste pântano de nomes e confusões e interpretações, não defendemos aqui a pureza do que quer que seja que praticamos, até porque não só praticamos mais do que uma arte marcial, como porque a que praticamos há mais tempo é uma interpretação de uma mais seminal ainda, um pouco como sendo a interpretação de uma interpretação. Somos inclusivé adeptos de mixed martial arts (MMA), no entanto cada macaco no seu galho.

Eu não vou treinar kickboxe e chamar-lhe Karaté, nem vou treinar Aikido e chamar-lhe Kempo.

Muito menos misturar a todos e dar-lhe o meu nome, Incognito Ryu. Não só não tenho conhecimentos suficientes de uma arte, quanto mais de uma data delas, como em Portugal muito pouca gente tem, e quem tem tem mais de 40 anos de prática, e não funda um estilo novo.

As artes marciais são tão ricas que se podem criar estilos diferentes, que continuam a ser uma interpretação da arte marcial respectiva, tal como um homem que é descrito de formas diferentes quer seja pelo melhor amigo, pela esposa, pelo filho ou pelo patrão, é sempre o mesmo homem sob pontos de vista diferentes.

Os mais honestos nesta dialéctica, são paradoxalmente os lutadores de MMA que recorrem a diversas artes para retirar o estudo que pretendem melhorar no seu jogo. E o máximo que obtemos destes atletas são formas de treinar em DVDs e livros de ginásio. Não fundam estilos novos de luta, porque reconhecem a riqueza intrínseca de cada arte marcial.

Só quem se serve das artes marciais é que aposta nos estilos ou escolas, e nas graduações.

E assim sendo, deita por terra o que de mais importante pode ser oferecido no treino, o conhecimento e a expressão de nós próprios enquanto seres humanos autênticos, cito de cabeça Bruce Lee.

Este preâmbulo serve para dar a ideia do terreno em que nos movemos.

Estamos aqui não para punir, mas para alertar. Nem espere o leitor encontrar aqui difamação.

Estamos receptivos a dados acerca dos desonestos, não para fazer pouco das pessoas mas para alertar a navegação, as pessoas que se começam a interessar pela via marcial da vida, seja ela japonesa, chinesa, tailandesa, ocidental, brasileira, etc. que existem instrutores e escolas que apenas se interessam pelo que podem obter dos praticante e não do que podem dar.

Repito, não somos arautos de nenhuma verdade ou superioridade moral, apenas vemos como corpo o conjunto dos praticantes marciais, e como qualquer organismo, devemos purgar este corpo dos elementos prejudiciais ao mesmo, para manter a saúde. Já que não existem mecanismos previstos na lei para o fazer, nem nenhuma organização supra disciplinar que permita separar o trigo do joio.

Assim, se o leitor está a pensar em iniciar o seu treino, a par da escolha do estilo ou arte que mais lhe agrada, tenha cuidado e procure bem, tente-se informar ao máximo, e não olhe apenas à cor do cinto do instrutor, tente saber como ele a obteu.

Voltemos ao iluminado Sensei.

O senhor Helder Nunes tem um artigo amplamente publicado na net, pasme-se, acerca da ética das artes marciais e do 'Ju Jitsu'.

Cá está ele.

Pode ser encontrado aqui:

http://www.webbsma.com/news_march04.html

Aproveitem para confirmar, pois penso que o Mestre Bryan Cheek quando se aperceber que tem lá isto retira, pois o Sensei Helder Nunes era muito amigo do Sensei Cheek até este lhe dar a graduação, a troco do SuperSensei representar a organização do Mestre inglês em terras lusas. O problema é que o SuperSensei queria mais uma graduação e descobriu que o Sensei Cheek tinha sido aluno do Sensei Morris, também súbdito de sua Majestade, e que tinha saído incompatibilizado. Nada como chegar ao pé do Morris e dizer ' E pá, tás a ver estou insatisfeito, o Cheek é um malandro, e eu sinto-me só na defesa desta arte em Portugal, se eu tivesse mais uma graduação e se representasse uma organização a sério...' e o coitado do Morris, com pena do SuperSensei lá lhe dá um Dan acima, a troco de ele representar em Portugal a sua organização. Eles gostam desta simbiose, porque satisfazem os seus interesses, os ingleses julgam que estão a expandir as suas organizações e a ganhar dinheiro e importância, o Sensei Nunes, progride no Budo, todos eles, fora do tapete, ou tatami. Os ingleses porque já não lhes interessa, o Sensei, porque desconhece o que seja progressão com suor.

Mas a sua evolução fora do tatami, é mais que uma evolução cromática ao nível da cintura.

Verdadeiro intelectual do meio, escreve e intitula-se Doutor em Direito (Doctor in Law), quando é apenas licenciado, ou seja, jurista, e publica um artigo profundissimo, em inglês acerca da ética marcial.



Ethics in Ju Jitsu and Martial Arts
by Renshi Nunes, Portugal
Doctor in Law


In the first place I would like to say that we human have the right to make mistakes. One great General from Japan, once said: "I win if I don't have to fight."

There is an old saying pertaining to martial arts, which states, "One must first

learn civility before he learns the art, and one must first know his ethics before he knows his skills."

Civility here refers to good manners, courtesy, respect and consideration for others. Ethics, on the other hand, is a fundamental set of acceptable behaviour which codifies the spirit of martial arts and which martial artists can rely on to cultivate their body and mind, and to guide their everyday actions and judgement.

Ethics is an indivisible part of the study of martial art and sets the moral guidelines for martial artists. Ethics principles serve as the traditional, cultural and social standard by which practitioners are trained in martial arts. Central to these principles is the concept of non-violence, respect for oneself and others, loyalty to one's family and country, and the following of the natural way.

The adherence to ethics confirms our moral obligation to society and fellow human beings as well as towards nature which surrounds us. The concept also includes the attitudes, lifestyle as well as the social and moral behaviour
of the practitioner. It is the manner in which one behaves in both word and action. A practitioner of martial arts is not only a superior athlete, well-versed in combat, but also upstanding citizen with good moral and social virtues.

Fulfilling the ethical principles is the true spirit and ultimate goal of the way of martial arts inspire all of us (less than perfect beings) to continually strive for perfection within ourselves.

ETHICS IN JU-JITSU

Traditionally, the studies of Ju-Jitsu consist of both the practice of skills and the adherence to ethics. The skills learned from Ju-Jitsu practice hone our physical bodies, sharpen our reflexes and strengthen our resolves and they should be counterbalanced by good conduct.

The philosophy of Ju-Jitsu is the achieving of harmonious values by individuals who live by peace, wisdom, morals, love and self-discipline through intellectual means. The primary goal of learning Ju-Jitsu is to become a better understanding person who lives with a greater expectation of a sincere life.

Good quality of life also requires having a healthy life both mentally and physically. The art of Ju-Jitsu can not exist without the mental aspect, which is the foundation that physical improvements are built upon. Ju-Jitsu is much more than just a work-out. It is an alteration, both physically and
mentally, of ones lifestyle that will last a life time. It seems to be an issue of bridging the actions with the thoughts, or integrating fighting and philosophy.

Any worthwhile accomplishment requires a certain amount of dedication, effort and discipline. This is no less evident in Ju-Jitsu training. Every aspect of Ju-Jitsu requires the harmonisation of the mind and body. This harmonisation is achieved through mental focus and concentration combined
with proper respiration and accurate physical techniques.

The aim of the Ju-Jitsu training is the welfare of the practitioner. Not only self-defence skills should be attained, but more importantly the focus should be on the individual's character development. A well-rounded personality can be realised only if the spirit is right.

Therefore the main goal in Ju-Jitsu practice is to cultivate a person's mind and body; not to use it as a means to vent one's anger, frustration or emotional problems. As the serious Ju-Jitsu practitioners we should accept a philosophy of non-violence - a physical confrontation should be avoided whenever possible. The use of force is condoned only in self-defence or in the defence of those who are defenceless. It does not condone meaningless rivalry, foolish stunts, intimidation of others, violent behaviour, criminal activities, self-preening vanity, any vices or addictions. The Ju-Jitsu practitioner displays this courage in the use of his skills to satisfy the
demands of ethics, and in defence of his country or fellow human beings against unjust violence, to the point of supreme self-sacrifice, if necessary. The Ju-Jitsu practitioner should use his knowledge only to protect himself and others from harm, and then only to the extent to protect and remove himself from the situation.

If it is necessary to use Ju-Jitsu against an adversary, the practitioner should still use self-restraint and good judgement. A properly trained Ju-Jitsu practitioner will do everything possible to avoid a physical confrontation, not only because he knows that such confrontation is unnecessary, but also because he knows that he has a better than average
chance of successfully defending himself, and because a physical confrontation is philosophically degrading, as it indicates that all other means of avoidance have failed."

Ora, devido à importância e profundidade deste artigo, achamos que ele deve ser comentado.

Caso o leitor necessite de uma versão em português, por favor solicite.



Ethics in Ju Jitsu and Martial Arts
by Renshi Nunes, Portugal
Doctor in Law - (incorrecto, o cavalheiro não possui um PhD, é licenciado)


In the first place I would like to say that we human have the right to make mistakes.

(correcto, uns mais que outros...)

One great General from Japan, once said: "I win if I don't have to fight." (Renshi Nunes leva esta noção à letra)

There is an old saying pertaining to martial arts, which states, "One must first

learn civility before he learns the art, and one must first know his ethics before he knows his skills."(pensamos que o SuperSensei ainda continua no caminho da aprendizagem, pois não só falta à verdade, por exemplo quando diz que é o expoente máximo do Ju Jitsu em Portugal, como ainda não conhece a ética que procura, e é por isso que a procura, pois já nos ameaçou várias vezes, por manifestarmos a nossa opinião, e a nível de skills, no comments.

Civility here refers to good manners, courtesy, respect and consideration for others. Ethics, on the other hand, is a fundamental set of acceptable behaviour which codifies the spirit of martial arts and which martial artists can rely on to cultivate their body and mind, and to guide their everyday actions and judgement.
- cortesia, respeito pelos outros pode ser verificado no site do SuperSensei (ooops está suspenso) na forma como se refere à escola de Jinha Kempo; desconhece o espírito das artes marciais porque não o pratica, voluntária e involuntariamente, pois usa graduações impossíveis para a sua idade, como pretende ensinar algo que não aprendeu.


Ethics is an indivisible part of the study of martial art and sets the moral guidelines for martial artists. Ethics principles serve as the traditional, cultural and social standard by which practitioners are trained in martial arts. Central to these principles is the concept of non-violence, respect for oneself and others, loyalty to one's family and country, and the following of the natural way.
- Como é que este cavalheiro, que treinou no tatami comigo, pode falar em ética e tradição, quando a tradição indica determinados parâmetros para progressão e ele não cumpre nenhum, inclusivé, no Ju Jitsu, a cor do Kimono é sempre branca, e o cavalheiro aparece quase sempre de azul, em alusão aos saudosos e recentes tempos em que era 1º Kyu de Judo, ou seja cinto castanho.


The adherence to ethics confirms our moral obligation to society and fellow human beings as well as towards nature which surrounds us. The concept also includes the attitudes, lifestyle as well as the social and moral behaviour
of the practitioner. It is the manner in which one behaves in both word and action. A practitioner of martial arts is not only a superior athlete, well-versed in combat, but also upstanding citizen with good moral and social virtues.
-Como é que pode ser versado em qualquer coisa, se tem a sua profissão, e se passa a maior parte do tempo em estágios a ensinar o que não aprendeu? É mais viajado que muitos mestres estrangeiros com o dobro da sua idade. Veja-se no youtube o wasserkupp ou 2008 ou 2009, pena que o site está em baixo.


Fulfilling the ethical principles is the true spirit and ultimate goal of the way of martial arts inspire all of us (less than perfect beings) to continually strive for perfection within ourselves.

ETHICS IN JU-JITSU

Traditionally, the studies of Ju-Jitsu consist of both the practice of skills and the adherence to ethics. The skills learned from Ju-Jitsu practice hone our physical bodies, sharpen our reflexes and strengthen our resolves and they should be counterbalanced by good conduct.

The philosophy of Ju-Jitsu is the achieving of harmonious values by individuals who live by peace, wisdom, morals, love and self-discipline through intellectual means. The primary goal of learning Ju-Jitsu is to become a better understanding person who lives with a greater expectation of a sincere life.

Good quality of life also requires having a healthy life both mentally and physically. The art of Ju-Jitsu can not exist without the mental aspect, which is the foundation that physical improvements are built upon. Ju-Jitsu is much more than just a work-out. It is an alteration, both physically and
mentally, of ones lifestyle that will last a life time. It seems to be an issue of bridging the actions with the thoughts, or integrating fighting and philosophy.

Any worthwhile accomplishment requires a certain amount of dedication, effort and discipline. This is no less evident in Ju-Jitsu training. Every aspect of Ju-Jitsu requires the harmonisation of the mind and body. This harmonisation is achieved through mental focus and concentration combined
with proper respiration and accurate physical techniques.

The aim of the Ju-Jitsu training is the welfare of the practitioner. Not only self-defence skills should be attained, but more importantly the focus should be on the individual's character development. A well-rounded personality can be realised only if the spirit is right.

Therefore the main goal in Ju-Jitsu practice is to cultivate a person's mind and body; not to use it as a means to vent one's anger, frustration or emotional problems. As the serious Ju-Jitsu practitioners we should accept a philosophy of non-violence - a physical confrontation should be avoided whenever possible. The use of force is condoned only in self-defence or in the defence of those who are defenceless. It does not condone meaningless rivalry, foolish stunts, intimidation of others, violent behaviour, criminal activities, self-preening vanity, any vices or addictions. The Ju-Jitsu practitioner displays this courage in the use of his skills to satisfy the
demands of ethics, and in defence of his country or fellow human beings against unjust violence, to the point of supreme self-sacrifice, if necessary. The Ju-Jitsu practitioner should use his knowledge only to protect himself and others from harm, and then only to the extent to protect and remove himself from the situation.
-Como o leitor pode calcular, é-nos difícil comentar além da graduação do Sensei Nunes, porque este artigo, é um compêndio de lugares comuns, peço desculpa em dizer isto, mas tem muito pouco de relevante. Não é má vontade, mas estamos abertos a que o leitor leia este artigo e nos diga o que há aqui que não seja um cliché.


If it is necessary to use Ju-Jitsu against an adversary, the practitioner should still use self-restraint and good judgement. A properly trained Ju-Jitsu practitioner will do everything possible to avoid a physical confrontation, not only because he knows that such confrontation is unnecessary, but also because he knows that he has a better than average
chance of successfully defending himself, and because a physical confrontation is philosophically degrading, as it indicates that all other means of avoidance have failed."

-Esta é a parte mais engraçada. Esta parte é plágio de uma definição de Jujutsu, que pode ser encontrada no site www.jujutsu.pt , que ao que parece é uma organização de Jujutsu tradicional, como a Sakura (ou não) e a organização do Sensei Nunes,existem ainda a http://www.jujitsuportugal.org/ , ou ainda http://bujutsu.weebly.com/index.html , qual delas a mais influente ou séria, não sabemos nem opinamos.

Opine o leitor se não é plágio:

Em www.jujutsu.pt:

Um praticante desta arte marcial tem a opção de fazer um dano corporal grande ao seu adversário. O praticante tem também a escolha de fazer com que seu oponente tenha dor severa sem nenhum ferimento real.

Por causa deste potencial, o praticante do JuJutsu aceita também uma filosofia da não-violência. Um confronto físico deve ser evitado sempre que possível. O praticante de JuJutsu deve adotar uma atitude de auto-controle, que o ajudará a evoluir para uma pessoa melhor e ao mesmo tempo evitar confrontos desnecessários. É a paz e a confiança interna que o praticante adquire que torna isso possível. A paciência é a chave.

Um praticante devidamente instruído faz tudo o que for possível para evitar um confronto físico, não somente porque ele sabe que um tal confronto é desnecessário, mas também porque tem a possibilidade de se defender melhor (consequentemente, demonstrar isso é desnecessário), e porque um confronto físico é filosoficamente degradante, como indicador que todos os outros meios de fuga ao conflito falharam.


Ou seja,mais uma do Sensei Nunes, plágio, se entendermos o plágio como uma paráfrase de algo que outro já disse.

Tal como a procura do Sensei Nunes pela sua 'ética', também nós continuaremos a comentar este cavalheiro prodígio e as suas aventuras.

OSS

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

domingo, 11 de janeiro de 2009

Agradecimento

Apesar deste Blog ser bastante recente, a receptividade que temos sentido por parte dos nossos leitores tem sido avassaladora. Temos recebido diversos emails contando-nos as mais diversas proezas realizadas pelo Sensei Helder Nunes ao longo da sua carreira.

A todos eles gostaríamos de expressar o nosso agradecimento, e aproveitar para incentivar todos os leitores a colaborar com este Blog.

Envie-nos a sua história…

Chamamos à atenção que apenas os factos serão relevantes para este Blog, não tendo ele por fim, o insulto, a difamação ou a mentira. Quando dizemos que o Helder Nunes, falsifica diplomas é porque sabemos que o Hélder Nunes falsifica diplomas!

Quiz Pato #01

QUACK!! Tá na hora da verdade!

A resposta correcta à pergunta #01 seria:

P: Qual a graduação actual do Sensei Helder Nunes?

1)
2)
3) 1º Kyu de Kodokan Judo
4)

Mal, e à rasquinha..

Se não foi desta que ganhou, não desespere. Tente a sua sorte na próxima semana. Ainda pode habilitar-se ao sorteio de um magnífico automóvel.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Quiz PATO #01


Esta semana lançamos uma nova rubrica que promete ser um sucesso entre todos os arqueologistas da verdade.

O Quiz Pato é um pato que gosta de fazer perguntas sobre o Hélder Nunes. Todas as semanas ele irá fazer uma pergunta sobre o Sensei, e deixar os leitores adivinhar a resposta correcta.

A pergunta da semana é:

P: Qual a graduação actual do Sensei Helder Nunes?

1) 6º Dan em Ju Jutsu estilo Kyoo Soku Seishin Ryu
2) 6º Dan em Ju Jutsu estilo No Copy, No Copy, No Copy…
3) 1º Kyu de Kodokan Judo
4) Nenhuma das anteriores está correcta.

Enviem as vossas respostas para o mail supersensei@sapo.pt e habilitem-se a ganhar um fantástico prémio.

Give It to me Baby...Dan Dan, Dan Dan

1,2,3,4,5,5,6.....

Pretty Fly for a Renshi Guy
http://www.youtube.com/watch?v=f7-E1qTVJgE

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Apresentação

Bem Hajam

Fazemos este blog, por forma a manifestar uma dor que vai na alma, maior que a dor de uma lesão no treino.

A dor que nos vai na alma, resulta da existência de um mercantilismo podre no seio das artes marciais portuguesas, e não só, porque o fenómeno é geral.

Mas como vivemos em Portugal, é deste jardim que falamos.

Nada mais honesto existe que um pedagogo seja ressarcido pelo acumular de saberes adquiridos com esforço, e mediante alguma luta na compreensão e apreensão desse mesmo saber. Como ninguém vive do ar, e como é desejável que o perito aprenda mais e passe esse conhecimento, parece normal que a troca simbólica de dinheiro por conhecimento é o único caminho para um determinado progresso, e isto porque ainda não está na lei que a via marcial é um saber tão digno como a Matemática e o Português, e logo deveria ser ministrada gratuitamente e o Estado remuneraria os instrutores. Enquanto isso não acontece, devem estes receber pelo ensino.

Até aqui tudo bem, mas o problema é que há sempre alguém que se aproveita disto.

Como as Artes Marciais se tornaram um bem de consumo, onde a quantidade traz dinheiro, quanto mais alunos mais dinheiro e quanto maior é a graduação do instrutor, mais alunos geralmente tem.

Porque se vai treinar com um 1º Dan,quando se pode treinar com um 4º, 5º, 6º, 21º Dan?

O problema é que não é fácil, e a subida quer-se a pulso, mas artistas existem, que a fazem rapidamente, não porque amem a arte a que se dedicam, mas porque o que conta é o dinheiro que podem obter com os alunos que vão iludidos em aprender mais, (porque e correctamente por um lado, se deixam confiar na cor do cinto).

Até aqui, e por nós, tudo bem, as acções ficam com quem as pratica. O problema é que nessas macacadas, os artistas, descredibilizam as Artes Marciais no seu todo, e queimam o terreno aos verdadeiros formadores, que assim, e por pudor, acabam por desmotivar, senão abandonar o estudo, ou guardá-lo para si. Portanto, a escória impede o progresso.

Outro estratagema implica inventar coisas novas que não são nada novas e até sem pés nem cabeça, e dar nomes originais, ou que estejam na moda, etc.

É contra estas coisas que nos insurgimos, porque o joio está a estragar o trigo.

Não estamos aqui para falar mal de pessoa ou instituição a coberto de algum anonimato. Estamos sim, para nos rirmos à gargalhada, pelo completo alienamento dos verdadeiros ensinamentos éticos do Budo e de outras tradições marciais, por parte de quem se dedica a não ser honesto. Não é uma lição de moral, nem somos melhores que os outros, somos apenas elementos que acham que o cinto só serve para prender a roupa, e que não respeitar o caminho que leva tempo a fazer é desvirtuar o profundo significado do Bushido e em última análise, do ser humano. Havia o costume antigo de desafio de determinado indivíduo se se desconfiasse da sua capacidade ou sabedoria. Hoje não só a lei o pune, como a maior parte das vezes nem vale a pena o esforço, e essa não é a via do Budo. Como budokas portugueses achamos que a melhor via é rir com a tristeza, transmutando-a em prazer.

E pode ser que alguém ganhe consciência. Repetimos, não injuriamos ninguém, nem difamamos, relatamos apenas os factos, os boatos não interessam, só factos.



Não é um blog da má língua, é um blog bem disposto, pronto a meter as mãos em assuntos mais sujos, que todos conhecem, e que a legislação permite.



Dedicado a todos os génios que brotam em Portugal, a um ritmo maior e envergonham os mestres passados, balbuciantes iniciados nas artes Marciais.



A nossa menção honrosa e que dá nome ao blog, vai para o cavalheiro Hélder Nunes, paraquedista meteórico no Budo Nacional, em pouco menos de 8 anos passa de um 1º Dan falsificado em Judo para 6º Dan, não de Jujutsu (termo correcto), mas de Jujitsu (termo incorrectamente traduzido).

Um cavalheiro com tão tenra idade, e com tal título, só pode ser genial, não perca as cenas dos próximos capítulos.

Regresso do(s) presidiário(s)

Caros seguidores, leitores e (esperamos) praticantes marciais, voltamos da pena que tivemos de pagar à sociedade, pela falha imperdoável de ...